Por Flavia Cirino – 15/02/2026 – 12:42
O desfile da Acadêmicos do Tatuapé, na madrugada de sábado, 14 de fevereiro, teve um momento de tensão no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo. Durante a apresentação, o segundo casal de mestre-sala e porta-bandeira, Rud Gonçalves e Stefany Dias, caiu ao atravessar um trecho da avenida que apresentava risco.
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Segundo o que se viu na pista, os dois escorregaram em sequência após passarem por uma área onde havia óleo derramado por um dos carros alegóricos da própria escola. Ainda assim, apesar do susto, o casal se levantou rapidamente e, logo depois, retomou a coreografia, mantendo o ritmo do desfile. Felizmente, não houve feridos.
O episódio chamou atenção porque ocorreu em um dos pontos mais delicados da apresentação, quando o pavilhão atravessa a avenida sob olhares atentos do público e dos jurados. Além disso, a situação reforçou como detalhes técnicos, como a segurança do percurso, podem interferir diretamente no desempenho dos componentes.
Mesmo com o incidente, a escola seguiu sem interrupções, enquanto a torcida reagiu com apreensão e, em seguida, aplausos pela recuperação imediata.
⚠️🚨Os carros alegóricos vazaram óleo na passarela do samba e o casal de mestre sala e porta bandeiras da Unidos do Tatuapé (não sei o nome da escola direito), escorregaram!!
Eu morreria de vergonha!!😔🥹 pic.twitter.com/129rPrxnvR
— 𝕮𝖍𝖗𝖎𝖘 𝕭𝖗𝖆𝖓𝖈𝖔 (@Chris_Branco) February 14, 2026
Segundo casal perde ponto?
Embora o primeiro casal concentre a pontuação oficial do quesito Mestre-Sala e Porta-Bandeira, o segundo casal cumpre uma função estratégica. Ele garante a representação do pavilhão caso ocorra algum imprevisto, além de sustentar o impacto visual do desfile.
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Por outro lado, uma apresentação instável pode influenciar jurados em critérios como Conjunto e Evolução. Portanto, mesmo sem valer os pontos principais, a performance do segundo casal ainda pode repercutir no resultado final.
